Porque as empresas fecham? Conheça os 3 pilares da empresa de sucesso, que aumenta receitas, minimiza riscos e diminui custos.

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Todos os dias vemos empresas abrindo e empresas fechando. De janeiro a junho deste ano de 2015, 191 mil firmas deram baixa em seus registros nas juntas comerciais do País, representando 82,3% do universo de 232 mil abertas no período.

Essa relação já foi amplamente favorável ao crescimento do Brasil. Em 2000, quase cinco empresas eram criadas, enquanto uma deixava de funcionar. A proporção foi se reduzindo, durante os altos e baixos da economia, até chegar no ano passado a um ritmo de duas empresas abertas para cada uma fechada. E esse ano essa relação se tornou mais perversa ainda.

Mas não é só por causa da economia ruim que as empresas fecham. Outo motivo tão grave quanto é que em geral essas empresas não estão preparadas para ter uma vida econômica, financeira e operacionalmente saudável, ainda mais num ambiente agressivo, perdatório e cruel como o nosso, onde:

  • Temos uma carga tributária altíssima;
  • As taxas de juros são estratosféricas;
  • Nossas leis trabalhistas draconianas;
  • A infraestrutura é deficiente
  • Tudo depende de uma burocracia irritante

Tudo isso agride as empresas o tempo todo, sem que o governo mexa uma palha para dar um suporte melhor para as pequenas e médias empresas.

Ao contrário de outros países desenvolvidos, onde a livre iniciativa é incentivada, como um dos carros chefe da economia, como ícone do desenvolvimento e o governo tem toda uma política de incentivo, com programas de financiamento, incentivos industriais e investimentos maciços na preparação de mão de obra, aqui no Brasil nada disso acontece.

Ainda pior, existe uma percepção de que Lucro é pecado. Vejam o que nos conta o historiador André Caramuru Aubert:

“Enjoada, traiçoeira, delicada… Quando penso na palavra “lucro”, são adjetivos assim que me vêm à mente. Palavra que tenta viver na economia mas acaba arrastada para a moral e até para a teologia. Todo mundo tem alguma opinião, em geral forte, sobre essa palavra. E o problema, não se iludam, não é novo. Ele vem do berço. Em latim, lucrum, que significa ganho ou vantagem, deriva de logro, que significa roubo ou benefício obtido mediante engodo. A Igreja católica logo abraçou a causa e transformou aquele logro em pecado. Depois, quando, pelo menos no mundo anglo-saxão e protestante, a imagem do lucro começava a se recuperar, veio Karl Marx, que ressuscitou aquele pecado – agora não mais espiritual, mas material e, dizia ele, cientificamente fundamentado. Nós, brasileiros, somos herdeiros dessas duas correntes de pensamento (não por acaso, Igreja e esquerda no Brasil andam juntas já faz tempo) e carregamos lá no fundo da nossa alma a noção de que lucro é, mesmo, pecado.”

Como existe o preconceito contra o lucro, acaba ficando uma percepção que todo empresário é um tanto desonesto, oportunista, explorador. Vejam o que nos comenta o autor em sua continuação:

“E tudo que é pecado faz um mal enorme para qualquer discussão séria (não é assim com relação a aborto, uso da camisinha etc.?). Acho que é um pouco por isso que nós, brasileiros, costumamos ter uma relação complicada com as empresas (e elas, conosco). Uma empresa precisa lucrar, caso contrário ela não consegue prestar bons serviços ou entregar bons produtos e acaba falindo. Mas nós não gostamos muito que elas lucrem, pois isso soa como logro, então as empresas têm que disfarçar, mascarando o lucro ou vestindo-o com roupas sociais, nacionalistas ou ecológicas. Se você perguntar a um empresário norte-americano bem-sucedido como está a empresa dele, ele dirá: “Está ótima, pois faturou x e lucrou um monte por cento”. Quanto mais lucro, melhor. Num contexto similar, o brasileiro, meio constrangido, responderá: “Estamos lutando contra muitas dificuldades, mas é um bom negócio, pois geramos tantos mil empregos diretos, além de apoiar programas sociais e de preservação do meio ambiente”. Um tem orgulho do lucro, o outro fica envergonhado. Qual dos dois está certo? Essa discussão é longa e cheia de armadilhas. Apenas noto que no nosso caso o pecado está bem ali, na base da questão, e, como já disse, nenhum debate que tem o pecado como alicerce pode terminar bem.”

Assim, as coisas empresariais são muito complicadas. É nesse contexto, com esse ambiente  que o empresário brasileiro tem de sobreviver. É muito difícil, e por isso tantas empresas fecham, e o número vem aumentando ano a ano.

Você se identifica com o que estou escrevendo? Então continue lendo, pois vamos conversar aqui sobre como superar esses traumas e ainda ter uma empresa bem administrada.

Mudanças importantes

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Antigamente, nos idos de 1970, as empresas contavam com um ambiente mais favorável para os seus negócios, mais previsível e mais simples. Isso trazia uma série de vantagens e conforto tanto para as empresas como para os empregados. Nessa época o mercado se caracterizava por:

  • As margens de lucro eram mais altas.
  • A concorrência era menor.
  • As notícias demoravam mais para chegarem às pessoas.
  • As tecnologias se desenvolviam mais devagar.
  • Os serviços e produtos eram bem diferenciados.
  • Os clientes vinham até você, eram fieis.
  • Os clientes tinham de se contentar com o que lhes era oferecido.
  • Alguns erros podiam ser cometidos, pois eram bem absorvidos
  • O mundo era mais previsível

Mas esse cenário mudou radicalmente. De lá para cá todo que listei acima foi alterado:

  • As margens de lucro ficaram mínimas.
  • A concorrência mudou para intensa, criativa e feroz.
  • As notícias voam e chegam na hora para todo mundo.
  • As tecnologias crescem e se desenvolvem de forma exponencial.
  • Os serviços e produtos ficaram muito padronizados.
  • Atrair os clientes passou a ser estratégico e permanente, são voláteis.
  • Os clientes determinam o que querem, e qual preço estão dispostos a pagar.
  • Não há espaço para erros.
  • Não há previsibilidade nenhuma.

Hoje, uma empresa para ter sucesso tem de ter:

  • Um excelente produto e/ou serviço.
  • Um atendimento ao cliente perfeito.
  • Um preço competitivo e justo.
  • Um baixo custo interno.
  • Uma boa agilidade operacional.
  • Um bom time de funcionários.
  • Uma Inovação permanentemente.
  • E um entrosamento perfeito entre tudo isso.

Não é nada fácil. Vocês vêm que é um sistema complexo, onde uma ação afeta na outra, e para tudo isso estar bem azeitado, uma administração perfeita, competente e ágil é necessária.

Aqui os pilares de uma boa administração vão ajudar muito, e aquelas empresas que apostarem nesse caminho vão poder sobreviver e ter um resultado satisfatório nesse mundo um tanto revolto que é o mundo dos negócios.

1º Pilar – O Empreendedor

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A figura do Empreendedor é muito importante. Ele é uma pessoa com capacidades e qualificações únicas que em conjunto possibilitam criar o espírito da empresa, a sua personalidade e a sua competência para o mercado. Tentei selecionar dez qualidades que são inerentes ao bom empreendedor:

  1. Concentração– Uma vez que as principais metas estão claras, o empreendedor bem dosado nessa característica sabe estabelecer prioridades e conseguirá cumpri-las sem muito esforço. No entanto, ele não deixa que sua concentração o impeça de enxergar o aparecimento de uma boa oportunidade. Ele também está atento ao surgimento de um problema que não fazia parte de seus planos.

 

  1. Organização – O empreendedor equilibrado sabe que o planejamento deve ser balanceado com a observação do mercado — o que permite eventuais ajustes durante o percurso. “Estabelecer as regras para o sucesso é importante”. “Mas saber a hora de transgredi-las, também.”

 

 

  1. Iniciativa – O empreendedor que sabe dosar essa característica normalmente confronta suas últimas ideias com o que está escrito no planejamento estratégico e checa se elas se encaixam nos planos e objetivos. O empresário com iniciativa analisa diferentes cenários antes de ir em frente a fim de identificar os problemas e os desafios que possam surgir no novo caminho escolhido.

 

  1. Coragem – “O risco vem de alguém não saber o que está fazendo”, disse, certa vez, o investidor Warren Buffett. O ideal, portanto, é assumi-los com prudência e sempre pesar a relação risco-benefício. Quando ela for positiva, pode valer a pena tentar colocar uma nova ideia em prática. Muitas vezes, entretanto, o risco não compensa os resultados esperados — nesses casos, mesmo o empreendedor corajoso deveria ficar de fora. Isso não é falta de coragem, mas inteligência. “Não se deve arriscar tudo o que se tem para crescer só um pouquinho”, diz Juliana Dutra, consultora de recursos humanos da Deep People.

 

  1. Persistência – O teimoso insiste pelo simples ato de insistir. O persistente tem metas claras. Além disso, a persistência boa está aliada à flexibilidade e à observação de como as coisas acontecem numa situação concreta. “Mudar as táticas para adequá-las às estratégias também é uma forma de persistência.

 

  1. Curiosidade – Curiosidade, de modo geral, é bom. Mas precisa ser domada. Algumas observações práticas ajudam a usar a curiosidade de modo correto. O tipo do negócio, por exemplo, pode determinar quanto tempo um empreendedor deveria dedicar a estudos e pesquisas. “Os mercados emergentes, por exemplo, mudam muito rápido”. “Não dá para perder muito tempo na busca de informações em casos assim.”

 

  1. Superação – A busca por superação deve ser ponderada com análises do mercado — os resultados de outras empresas podem servir de parâmetro para o estabelecimento das próprias metas.

 

  1. Persuasão – O empreendedor persuasivo enxerga seus contratantes como parceiros, e não como rivais numa arena. Ele tem consciência de que não adianta, por exemplo, empurrar uma venda a qualquer custo se o cliente está demonstrando todos os sinais de que vai se arrepender dela depois. “Para ser persuasivo, é preciso de fato acreditar naquilo que você está dizendo”, diz o consultor Enio Pinto, do Sebrae. Um quesito básico para ser mais persuasivo em encontros nos quais essa habilidade será particularmente útil é preparar-se muito bem para essas ocasiões, reunindo o máximo de informações sobre o cliente, procurando saber quais são suas principais necessidades. Procurar se informar sobre as características pessoais do interlocutor é uma prática que também ajuda na abordagem.

 

  1. Comprometimento – O empresário realmente comprometido sabe quando é preciso dizer não. Logo no momento de fechar um contrato com um cliente, ele evita prometer o que não pode ser cumprido — ou o que só poderá ser cumprido às custas de muitos sacrifícios. É uma forma de se precaver e de manter o controle sobre os próprios limites operacionais. Uma empresa que atende a qualquer capricho dos clientes pode não sobreviver muito tempo.

 

  1. Autoconfiança – O empreendedor é capaz de assumir riscos e tomar as decisões mais importantes para seu negócio com agilidade, mas não se fecha para as opiniões externas. “Ouvir o que concorrentes ou funcionários dizem sobre você é uma boa maneira de saber quando é preciso baixar um pouco a bola”.

Geralmente o empreendedor é o dono, um dos sócios ou sócio majoritário da empresa, e ele vai comandar a evolução da empresa na sua trajetória. Mas ele sozinho não é suficiente. Existem outras duas habilidades que são mandatórias e a maioria das empresas acaba fechando suas portas por não se garantirem nesses outros dois pilares.

2º Pilar – A Administração Financeira

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Em toda empresa a administração financeira é fundamental e estratégica para seu sucesso. Na maioria das vezes o empreendedor, apesar dele se importar e se envolver com os aspectos da administração financeira, ele não tem como acompanhar todos os desdobramentos da sua gestão, a qual depende muito de uma boa gerência onde todos os aspectos e decisões sejam tomados e acompanhados com cuidado, competência e profundidade.

A administração financeira é uma ferramenta ou técnica utilizada para controlar da forma mais eficaz possível os aspectos ligados à concessão de credito para clientes, planejamento, analise de investimentos bem como avaliar os melhores meios para a obtenção de recursos para financiar operações e atividades da empresa, visando sempre o seu desenvolvimento, evitando gastos desnecessários, desperdícios, observando as melhores práticas na condução financeira da empresa.

Tal área administrativa pode ser considerada como o “sangue” ou o combustível da empresa que possibilita o funcionamento de forma correta, sistêmica e sinérgica, passando o “oxigênio” ou vida para os outros setores, sendo preciso circular constantemente, possibilitando a realização das atividades necessárias, objetivando o lucro, maximização dos investimentos, mas acima de tudo, o controle eficaz da entrada e saída de recursos financeiros, sempre buscando a viabilidade dos negócios e o bom desempenho da empresa.

É por falta de informações financeiras precisas para o controle e planejamento financeiro que a maioria das pequenas e médias empresas brasileiras entram em falência até o quinto ano de existência.

Pela importância que a contabilidade tem para a gestão financeira e pelo íntimo relacionamento de interdependência entre ambas, muitas vezes elas se confundem. Estas duas áreas andam juntas, pois se relacionam muito proximamente e geralmente se sobrepõem.

Aqui é preciso esclarecer que a principal função do contador é desenvolver e prover dados para mensurar o desempenho da empresa, avaliando sua situação financeira perante os impostos, contabilizando todo seu patrimônio, elaborando suas demonstrações, reconhecendo as receitas no momento em que são incorridos os gastos (o chamado regime de competência), mas o que diferencia as atividades financeiras das contábeis é que a administração financeira enfatiza o fluxo de caixa ( o chamado regime de caixa), que nada mais é do que a entrada e saída de dinheiro, que demonstrará realmente a situação e capacidade financeira para satisfazer suas obrigações e adquirir novos ativos (bens ou direitos de curto ou longo prazo) a fim de atingir as metas da empresa.

O regime de caixa tem outra dimensão muito importante, pois é a base para a gestão do orçamento da empresa para o futuro, para a criação dos cenários possíveis e para ver como a empresa vai se sair diante de contingencias que podem ser facilmente simuladas no fluxo de caixa.

Os contadores admitem a extrema importância do regime de competência, assim como o administrador financeiro utiliza o regime de caixa, e cada um tem suas especificidades e maneira particular de descrever a situação da empresa, sem menosprezar a importância de cada atividade já que uma depende da outra no que diz respeito à circulação de dados e informações necessárias para o bom exercício da gestão e administração financeira.

É aqui que a pessoa de um bom gerente administrativo financeiro é fundamental, e fará muita diferença. Essa pessoa poderá fazer parte do quadro societário, ou ser um funcionário de alto cargo na empresa.

3º Pilar – A Administração Operacional

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As duas habilidades acima descritas de nada valem, e não terão resultado prático nenhum sem uma boa administração e gestão operacional.

Fazendo uma analogia com o corpo humano, podemos dizer que o empreendedor funciona como o nosso cérebro, a administração financeira seria o aparelho circulatório e a administração operacional o nosso corpo com seus órgãos, músculos, e etc.

A administração operacional faz todos os departamentos operarem em consonância, como um maestro rege uma orquestra. Um departamento não vive e não funciona sem o outro, e todos são como engrenagens que tem de estar bem azeitadas para terem o melhor desempenho. É nisso que compreende a administração operacional.

Rodrigo Oliveira resume bem a importância da administração operacional:

“No ambiente competitivo em que vivemos, para um negócio ser ultrapassado, não precisa parar. Basta manter-se na mesma velocidade. Isso ocorre porque o mercado tem se mostrado cada vez mais acelerado, com o aumento dos lançamentos de novas tecnologias, de bens e serviços e de ferramentas de gestão e de comercialização. Além do crescimento da conectividade, dentre muitas outras inovações e pontos de diferenciações.

Neste cenário, as condições básicas de sucesso de uma empresa requerem um esforço cada vez maior para oferecer produtos desejados, na quantidade, localidade e momento em que o mercado demanda. Para garantir melhor produtividade e rentabilidade, esses produtos precisam ser disponibilizados de uma forma mais atraente do que seus concorrentes e, com operação e gestão eficientes.

Uma boa gestão de processos operacionais trata adequadamente a transformação de insumos em produtos — bens e/ou serviços —, otimizando a agregação de valor e garantindo melhores resultados. Ela se torna fundamental para o sucesso de uma empresa, dado que possibilita identificar oportunidades ou problemas, propor o tratamento, implantar a solução e criar a forma de monitoramento, visando à melhoria contínua.

Exemplos de problemas que costumam ser identificados e tratados: retrabalhos; qualidade oscilante; baixo tempo de resposta às solicitações dos clientes; fornecedores e/ou quadro de funcionários inadequados; controles insuficientes, quando não inexistentes, falta de insumos e/ou produtos para comercialização; falta ou falhas de manutenção; sistemas de informação inapropriados e/ou mal implantados; dentre muitas outras questões que reduzem a eficiência, produtividade e rentabilidade do negócio, quando não trazem risco a ele.

A decisão de implantar ou aprimorar a gestão de processos operacionais numa empresa precisa considerar o entendimento claro do negócio, suas estratégias e seus diferenciais competitivos, pois os processos podem e devem ser conduzidos de forma a potencializar ainda mais essas características. Por essa razão, é também fundamental que a direção e a alta liderança estejam totalmente comprometidas com a implantação e execução da gestão de processos, trazendo grandes benefícios para a empresa como um todo.

Não há um tratamento específico a ser prescrito, genericamente, para todas as possíveis causas dos problemas que cada negócio enfrenta. Cada caso tem que ser analisado isoladamente; mas, em geral, a receita para o realinhamento da estratégia operacional e retomada de crescimento — ou até para o fortalecimento do negócio, para os que não pararam de crescer, mas estão aquém de sua real capacidade —, está inicialmente associada a uma série de medidas organizacionais e processuais.

Para que os planejamentos sejam consistentes, é preciso criar uma organização e garantir a manutenção dela através de padrões, processos e procedimentos consistentes. Em geral, todos eles são suportados por sistemas de informação apropriados e devidamente implantados, que visam garantir, inclusive, que os valores dos demonstrativos financeiros e de resultados gerados não oscilem aleatoriamente. Essas referidas medidas, que visam simplificar a operação, reduzir seus custos e aumentar seu resultado, não apenas ajustam como criam e implementam controles necessários à manutenção e melhoria dos patamares pretendidos de eficiência e produtividade. Esses benefícios obtidos criam o ambiente propício à retomada e/ou aceleração do crescimento do negócio, suportando as ações que levam a uma possível e consistente expansão do negócio no Brasil e até no exterior.  E certamente ajudarão a melhor enfrentar os desafios do momento na economia brasileira, considerando a desaceleração do crescimento do país.”

Rodrigo Oliveira é Eng. Químico (UFRJ), Mestre em Eng. de Produção (PUC-Rio), com MBA em Logística (FGV-RJ).

Concluindo

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Hoje muitas empresas ou só tem o pilar do Empreendedor, e algumas vezes mais um dos pilares, Financeiro ou Operacional, mas não tem os três e isso trás muitos problemas, que culminam com o fechamento da empresa.

A Valor do Brasil é uma consultoria voltada para empresas e se dispõe a auxiliar seus clientes nessa organização completa da empresa para que esta possa melhor enfrentar as dificuldades antes mencionadas.

No nosso trabalho com nossos clientes, e vários deles já se beneficiaram de nossos serviços na área de governança, revisamos todos seus processos, e juntamente com a diretoria redesenhamos as melhores práticas a serem seguidas para aumentar o desempenho administrativo, financeiro e tributário; diminuir os riscos e proteger o patrimônio dos sócios.

É nesse contexto que estamos aqui, e caso tenha algum interesse em conversar conosco, acesse aqui e mande sua mensagem e seus contatos, que teremos o máximo prazer em responder para esclarecermos melhor nossos trabalhos.

Muito grato

Valor do Brasil

 

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